Guardo entre as minhas primeiras lembranças gastronômicas do início da minha vida em São Paulo as idas às cantinas e o licorzinho que era oferecido no fim da refeição. Hoje, com o hábito de tomar vinho, incluindo os vinhos doces, o licor perdeu espaço na minha vida. Mas será que é assim para todo mundo?
Na minha viagem recente à Ilha da Madeira percebi que o licor, preparado com ingredientes locais, é muito tradicional. Vendido nas lojas e servido nos restaurantes, faz parte da cultura da ilha.
Na Sicília, onde estive em outubro de 2024, o refrescante Limoncello é comum depois das refeições. Em São Paulo, as cantinas e alguns restaurantes ainda oferecem um licor aos clientes.
Na coquetelaria o licor encontra bastante espaço, como no famoso drinque espanhol Carajillo, feito com licor 43 e café expresso, servido quente ou com gelo.


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