Mesa Completa - Por Solange Souza

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    ExperiênciasGastronomia • 27 de novembro de 2025

    Uma pitada de Sal

    Flor de sal e sal marinho têm em comum a produção natural e o fato de não serem refinados, e fazem toda a diferença no preparo dos pratos

    O cristal de sal que abre este post é um dos meus objetos do desejo. Trata-se do Blackthorn Scottish Sea Salt Flakes, produzido na Escócia por um processo artesanal muito interessante, com enormes torres de espinhos (thorns) construídas para captar o sal do mar. Tomei conhecimento desse sal em uma matéria na Country Life, que vale a leitura.

    Flor de sal e sal marinho são itens que não faltam na minha cozinha. Para temperar legumes que serão grelhados ou preparados no forno, o sal marinho é perfeito. Uso também em peixes e frutos do mar, carnes e aves, principalmente se forem preparadas no forno ou na grelha. Costumo comprar o francês Sel de Guérande La Balleine, que tem cor naturalmente acinzentada.

    Cristais de Maldon, em forma de pirâmide e o sal de Guérande, naturalmente acinzentado

    A flor de sal é formada por cristais bem brancos, o que dá um toque muito especial em saladas e na finalização de pratos, não só pelo sabor mas pela textura. Costumo usar, o Maldon, que provém da cidade de mesmo nome, no Reino Unido, e tem cristais em forma de pirâmide.

    Existem outros tipos de sal marinho e de flor de sal, como o de Camargue. No Brasil é produzido sal marinho em Mossoró, no Rio Grande do Norte, que você encontra por preços mais acessíveis.

    O sal marinho e a flor de sal têm em comum o fato de serem naturais, sem passar por branqueamento, refinamento e adição de iodo.

    Foto de abertura: Divulgação


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